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Um novo passo: seja mais que um doador, seja um parceiro de uma organização.

15.12.2018 // por Viralize

Você já fez ou doa mensalmente em dinheiro para uma ou mais organizações, recebe periodicamente os informes e agradecimentos do trabalho que a sua doação ajuda a viabilizar, acompanha newsletters e notícias sobre a causa, mas gostaria de participar ainda mais? Pois saiba que, além da ajuda financeira, há outras formas de apoiar que são fundamentais para potencializar o impacto e o alcance da causa que a organização defende – e que para elas pode valer tanto quanto dinheiro. E um bônus: você não precisa, necessariamente, ter tempo de sobra para realizar algumas dessas ações e pode ainda colaborar com o trabalho de mais de uma organização. Listamos abaixo alguns deles:

Seja voluntário

Se junte a um dos 7,4 milhões de brasileiros que doam parte do seu tempo em prol de outras pessoas e de uma causa. Consulte as necessidades das organizações e de una a elas de acordo com o perfil de voluntariado que você busca: pode ser por meio de ações mais permanentes e contínuas, que pedem um perfil mais comprometido, e até mesmo ações pontuais (como um evento, uma manhã diferente no local), que podem ser realizadas esporadicamente, mas que também são de grande valia para o trabalho realizado pelas organizações.

Existem, no entanto, muitas organizações que não possuem programa de voluntariado pela natureza das suas causas. Neste caso, outros tipos de ajuda são bem-vindas, conforme listamos abaixo. Conheça o trabalho das organizações do seu interesse, entre em contato, converse com pessoas que a conhecem e coloque em prática a sua solidariedade.

Ofereça algum serviço pro bono

Pro bono é uma expressão do latim que significa “pelo bem público” e, diferente do voluntariado tradicional, é uma forma de serviço voluntário em que uma habilidade profissional é empregada de forma gratuita. Independente da classe social, todos possuem uma ou mais habilidades que podem ser empregadas para o bem. Se você possui alguma formação técnica, superior ou mesmo um talento, a sua habilidade pode ser exatamente o que uma organização precisa, principalmente as menores e com menos recursos para contratar todos os profissionais de que necessita. Procure uma delas e contribua com seus serviços. Se você possui ou gerencia uma empresa, considere ter uma organização social como cliente e preste o serviço pro bono.

Auxilie na divulgação

Ampliar o alcance de sua mensagem e engajar cada vez mais pessoas a apoiarem a causa, que por sua vez também farão sua voz ecoar para além do público cativo, é um dos grandes desafios vividos pelas organizações. Hoje, as redes sociais são uma grande ferramenta para informar sobre problemas sociais, incitar debates, aumentar o impacto do trabalho desenvolvido, captar mais recursos, prestar contas e ouvir os seguidores da organização.

No entanto, o impacto orgânico dos posts, aqueles em que o administrador da página não paga à rede social – seja o Facebook, Twitter ou Instagram –, é muito pequeno. É um desafio gerar tanto engajamento sem colocar recursos, e mesmo páginas famosas com muitos seguidores também costumam patrocinar seus posts.

Outro modo de divulgar a mensagem é compartilhar em grupos de Whatsapp, cujo fluxo de informação em grupos todos conhecem. Em tempos em que muitos compartilham informações falsas sem checar a fonte, seguir organizações que compartilham informações verdadeiras, muitas produzidas por elas mesmas por meio de análises e pesquisas, e compartilhar seus conteúdos com seus ciclos de relacionamento certamente amplia o impacto delas.

Se você possui uma página comercial, pode compartilhar publicações de organizações que possuem ou não relação com o seu negócio. Uma loja de roupas pode compartilhar publicações de organizações que capacitam costureiras para empreender nas periferias, por exemplo.

Se engaje em suas redes sociais

Esqueça a história de que ativismo de sofá não ajuda. Pode ser que sozinho ele não resolva, mas para organizações sociais ele vale muito. Quer um exemplo? Há organizações, como as de direitos humanos, que enfrentam muitos “haters” que as atacam em posts por acreditarem em mitos sobre o assunto. Se você gosta de comentar e discutir ideias nas redes sociais, defender os assuntos tratados pelas organizações que você admira nos comentários das páginas delas é de grande valia para a causa que elas defendem. Por isso, se você gosta de uma ou mais organizações, curte, reage, compartilha e principalmente escreve comentários em suas publicações, saiba que há um/a administrador de redes sociais que adora você.

Doe roupas, alimentos e objetos

Na sociedade de consumo em que vivemos, todas as pessoas com acesso à internet possuem algum item que pode ser descartado, seja uma peça comprada por impulso, um presente ganho de alguém que não foi usado ou porque chegou na hora de ser trocado. De roupas, a eletrônicos, passando por objetos de decoração ou itens do dia-a-dia, como utensílios de cozinha, tudo – tirando os em más condições, que devem ser reciclados – pode ter serventia para alguém. Os lacres de latas de alumínio podem ser juntados para serem transformados em cadeiras de rodas (não é lenda urbana, conheça a Lacre Amigo).

Pesquise por uma organização afim ao item que você tem para doar. Abrigos de moradores em situação de rua podem receber roupas em bom estado; eletrônicos, como um computador em bom estado, pode servir para uma organização que trabalha com inclusão digital. Há organizações que revendem esses itens para arrecadar fundos, como a Casa André Luiz, que aceita todo tipo de objeto, inclusive móveis.

Se você possui uma empresa, considere doar para organizações itens que seriam descartados em quantidade ao renovar o dos funcionários, como computadores e celulares. Considere também comprar itens novos, como agasalhos ou cobertores, para doar.

Contrate com inclusão

Se você possui uma empresa ou trabalha com recursos humanos, contrate a partir do recrutamento feito por organizações que agenciam públicos com foco na inclusão e por mais diversidade no mercado de trabalho. Um exemplo é a agência Segunda Chance, que emprega ex-detentos. Existem também grupos que fazem a mediação para a contratação de pessoas com deficiência, como o a Agência Inclusão, e de mulheres e homens negros, como a EmpregueAfro, que advoga por igualdade racial nas empresas.

Pesquise, procure saber mais diretamente com organizações que você tem interesse e se identifica: se não for doar, vale saber outras formas de apoiar e viralizar grandes causas!

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